segunda-feira, 2 de março de 2015



    Ver-se-á coisas lindas em seu olhar? Em algum lugar encontrar-te-ei com os teus olhos grudados aos meus, com expressões jamais vistas por ambos.
    Meus lábios mostrarão cada vez mais um belo sorriso, será que os seus lábios também mostrarão tão belo sorriso? Desejo-te para mim, outro desejo? Sim, querer dançar contigo olhando em seus olhos, olhando somente para seu lindo olhar e também olhar para seus lábios sorridentes que ali estarão. Não estou perto de ti, nunca estive, mas lhe observa é perfeito e impossível de se controlar. Perceber que isso e somente um capricho me deixa triste, às vezes, sem rumo, já chorei por paixões perdidas, mas quando me lembro de ti, sorrio. Lembrar das conversas que já tivemos faz com que o ‘’gostar à paixão’’ retornem,  me sinto bem e alegre, você me fez bem me fez ver que nem toda paixão traze tristeza: quando se deixa de gostar, por motivos banais.  Mas que paixões também trazem sorrisos. Nós Tornaremos amigos?! Quem sabe um dia ti contarei que já senti algo por você, que já admirei o seu sorriso e olhar, quem sabe um dia :)

Obs: Eu disse...

                                                                                                                                                                                Nathalia Fidelis

domingo, 10 de agosto de 2014

"Sensações"

     Laura tinha horror do som; objetos que via caindo, balões estourando, pessoas gritando, estrondos extremamente barulhentos, lâmpadas a estourar. Mais nada, aborrecia tanto quanto um barulho de vidro a quebrar, e a sensação que vinha logo após o ocorrido.
  Ao estar arrumando a cozinha percebe que um vidro ira Cair, não se contém é coloca repentinamente sua mão à frente; ao mesmo tempo em que a mão é colocada o rosto e virado ao sentido contrário, e não encosta-se nela, nem se quebra apenas um estrondo e ouvido. Apenas um nervosismo que a invade. Começa a pensar:
  - Como seria se o vidro se quebrasse?

Contaria meu pulso; se acontece. Minha mãe entraria em desespero, e chamaria meu pai?

Rapidamente se colocaria perto de mim, e repousaria minha cabeça ao seu colo?

Imploraria que eu levantasse, daquele chão imundo, assim paralisada pelo medo e desespero?


 Laura ainda estava paralisada e se afogando em seus pensamentos; em seu psiquismo. Ainda continuava nervosa, com as possibilidades de acontecimentos que a sua mente lhe dava. Quando acorda do choque que levara, percebe que a pia esta inundada e que a torneira ainda esta ligada a jorrar água pelo chão.  Sua mãe chega à porta da cozinha perguntando-lhe o que acontecera ela diz a primeira coisa que lhe vem à mente “Nada, somente um pequeno descuido” assim sua mãe sai sem dizer exatamente nada, recebendo um olhar de descontentamento e sentindo cada hora mais desconforto com toda a situação que prosseguia.   
Nathalia Fidelis

segunda-feira, 28 de julho de 2014

...
   E que jamais me comparem com outros caminhos, outras pessoas, outras lembranças que eu seja única assim como eles sempre serão para mim... Que não se sintam só como eu estou me sentindo, que possam sorrir mesmo nos tempos de tristezas, que eu possa ouvir vosso sorriso e também me alegrar por saber que vocês estão bem. Que o que lhe digo não seja jogado ao vento para que ele o leve, mais que você o guarde e lembre-se sempre de mim. Mesmo que haja raiva em sua voz por mim, mesmo que haja tristeza ao ouvir meu nome, mesmo que eu não esteja ao seu lado. E se eu não estiver mais ai lembre-se que esta escolha não partiu somente de mim...
Nathalia Fidelis

terça-feira, 22 de julho de 2014

A menina que roubava livros

‘’Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler. ’’
   Quando me recordo de Liesel essa é a primeira frase que me vem à cabeça, a segunda; A roubadora de livros. Uma menina que foi salva, pelas palavras que descobria ao decorrer de seus livros e pelo som do acordeão de seu pai; Hans Hubermann.
   Sua história começa quando se depara com seu irmão morto, a neve que caia interruptamente sobre o trem, um coveiro ao deixar seu manual cair ao chão, enquanto enterrava o irmão, Werner, ‘’O Manual do coveiro’’ sendo roubado por uma garotinha, que ainda não conhecia as palavras que já estava a caminho, juntamente com o fervor do frio. 
  Ao olhar pelas janelas do carro da adoção, avistam a Rua Himmel, seus novos pais; sua nova família e lar.
  Seu primeiro roubo foi no gelo o segundo no fogo... Toda a noite Liesel tinha pesadelos, com seu irmão. Pesadelos que cessavam, a cada vez que seu pai a fazia sorrir, que encontrava com o Judeu escondido em seu porão, quando se lembrava de Rudy seu melhor amigo, e parceiro no ‘’crime’’.
  O que fazia com que Liesel ama-se tanto as palavras? Talvez seja pelo mesmo motivo, que a morte se interessou pela sua história?!
  Alguns anos depois de A menina que roubava livros, esquece-se de seus pesadelos, medos, e conformando-se com a ida de Max e a volta de seu pai, a felicidade que nunca antes havia sido tanta no rosto de sua mãe Rosa, assim deixando que a felicidade entre em sua vida.  Mais o que ela não sabia, e que seria a última vez que ela veria sua família e amigo, pois cairia uma bomba na Rua Himmel a morte passaria sorrateira e levaria a todos ela seria a única sobrevivente. Foi encontrada nos escombros com o som do acordeão, vendo todos mortos.

   Rudy que sempre lhe pediu um beijo;a ela, o recebeu em seu último suspiro de vida.
Nathalia Fidelis

sábado, 21 de junho de 2014

    Preciso de um abraço; o seu abraço. Tento me afastar, e ao mesmo tempo me aproximar, um sentimento que não quero sentir e se percebo que ele já ocorre dentro do meu coração. A primeira reação, e a procura de um esconderijo; dentro de mim? dentro do que amo?
- Literatura,músicas e silêncio
No que amo a um porém,não suporto mais esse silêncio, pois quando não estou nele escuto apenas o som da minha voz.  Ela e irritante, assim como a voz dos cantores que mais escuto, mais somente continuo a ouvir pelas letras de músicas que são maravilhosas;somente eu saberei o quanto.
   Dentro de mim, não me aguentaria e se descubro que tenho várias personalidades ficaria mais doida ainda, quem me aguenta sou muito...
 - Não sei.
   Será que eu realmente preciso;do seu abraço, de tal maneira? ou  crio uma ilusão, pela qual não sei distinguir a realidade da fantasia. Me bloqueio, por quê? deixo a quem quiser responder.
  Nathalia Fidelis

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Alegria,que se apresenta por alguns segundos.

Me pego dançando e Cantarolando uma música que não conheço. Esse som me alegra o som da dança, da música desconhecida, o som da minha felicidade a alegria que carrego comigo neste instante. A linda felicidade, alegrando-me e ajudando a rodopiar em meu quarto, com passos desajeitados e até mesmo sem nenhum ritmo, venha dance comigo e participe dessa alegria...
Nathalia Fidelis

terça-feira, 27 de maio de 2014

    Hoje não encontrei música alguma que me ajuda-se há encontrar-me a este sentimento. Momento propício as vezes até mesmo para dizer as pessoas como estou,estou me sentindo só!
  As pessoas parecem estar me abandonando, estou deixando de ser uma pessoa física aos seus lados para passar a ser somente uma lembrança, saudade ou até menos que isso... Será que aquele "oi" que retornei e que mandei deveriam ter sido ditos de formas tão rápidas e secas? .Talvez fosse melhor não ter respondido e nem ter obtido a resposta, talvez eu seja apenas uma árvore que fica parada em uma estrada de sol estrondoso, onde alguns param para ficar de baixo da sombra e logo após ir embora e seguir seu rumo, sem almenos darem uma despedida e assim vão embora sem dizer nada, apenas o silêncio os acompanham e a mim sempre existira algo a menos algo que não se completa e nem se encaixa de forma que disfarce.
   O tempo passa e eu continuo no mesmo local, e ainda participando de alguns rumos de algumas pessoas que passaram e que passam por ali.

   O rumo da pessoa que mais me marcou foi também as que mais me deixaram triste e às vezes ainda me deixam, e eu nem faço idéia do por que e quando faço percebo que foi por algo banal. 
Nathalia Fidelis