segunda-feira, 28 de julho de 2014

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   E que jamais me comparem com outros caminhos, outras pessoas, outras lembranças que eu seja única assim como eles sempre serão para mim... Que não se sintam só como eu estou me sentindo, que possam sorrir mesmo nos tempos de tristezas, que eu possa ouvir vosso sorriso e também me alegrar por saber que vocês estão bem. Que o que lhe digo não seja jogado ao vento para que ele o leve, mais que você o guarde e lembre-se sempre de mim. Mesmo que haja raiva em sua voz por mim, mesmo que haja tristeza ao ouvir meu nome, mesmo que eu não esteja ao seu lado. E se eu não estiver mais ai lembre-se que esta escolha não partiu somente de mim...
Nathalia Fidelis

terça-feira, 22 de julho de 2014

A menina que roubava livros

‘’Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler. ’’
   Quando me recordo de Liesel essa é a primeira frase que me vem à cabeça, a segunda; A roubadora de livros. Uma menina que foi salva, pelas palavras que descobria ao decorrer de seus livros e pelo som do acordeão de seu pai; Hans Hubermann.
   Sua história começa quando se depara com seu irmão morto, a neve que caia interruptamente sobre o trem, um coveiro ao deixar seu manual cair ao chão, enquanto enterrava o irmão, Werner, ‘’O Manual do coveiro’’ sendo roubado por uma garotinha, que ainda não conhecia as palavras que já estava a caminho, juntamente com o fervor do frio. 
  Ao olhar pelas janelas do carro da adoção, avistam a Rua Himmel, seus novos pais; sua nova família e lar.
  Seu primeiro roubo foi no gelo o segundo no fogo... Toda a noite Liesel tinha pesadelos, com seu irmão. Pesadelos que cessavam, a cada vez que seu pai a fazia sorrir, que encontrava com o Judeu escondido em seu porão, quando se lembrava de Rudy seu melhor amigo, e parceiro no ‘’crime’’.
  O que fazia com que Liesel ama-se tanto as palavras? Talvez seja pelo mesmo motivo, que a morte se interessou pela sua história?!
  Alguns anos depois de A menina que roubava livros, esquece-se de seus pesadelos, medos, e conformando-se com a ida de Max e a volta de seu pai, a felicidade que nunca antes havia sido tanta no rosto de sua mãe Rosa, assim deixando que a felicidade entre em sua vida.  Mais o que ela não sabia, e que seria a última vez que ela veria sua família e amigo, pois cairia uma bomba na Rua Himmel a morte passaria sorrateira e levaria a todos ela seria a única sobrevivente. Foi encontrada nos escombros com o som do acordeão, vendo todos mortos.

   Rudy que sempre lhe pediu um beijo;a ela, o recebeu em seu último suspiro de vida.
Nathalia Fidelis