domingo, 30 de março de 2014

       Ele estava sentando em um canto de seu lar,muitos não o percebiam, apenas falavam sem perceber o que era dito e mostrado, estava ali apenas por não se identificar com o que eles estavam conversando.Parava para observar estava uma espécie de panelinha que normalmente se vê em uma escola,um bolinho num canto,outro bolinho no outro,e todos sempre tentando mostrar seus interesses e sua "inteligência" de uma forma que um ou  outro acaba por se interessar,mas quando a pessoa percebe que ninguém quer o escutar mais ele se cala por alguns segundos apenas por constrangimento.
       E percebeu que todos são iguais,não disse em personalidade e nem de interesses, percebeu que são iguais em apenas uma coisa,querem ser melhores em tudo o que dizem e em o que demostram,ele percebia que havia uma luta constante naquele lugar por poder,glória,glória que nenhum deles tinham e nem havia de ter naquele lugar, sim mas tinha algo que lhe chamou a atenção,ele não era o único que observava aquele meio em que estava infelizmente incluído,tinha outra pessoa e essa pessoa chamou bastante sua atenção,se perguntou várias vezes porque ela observava tanto aquele ambiente que não lhe atraia nem um pouco e pensou se era pelo mesmo motivo que ele,mas percebeu que ele estava observando apenas por motivo nenhum, era somente para que passasse seu tempo não tão precioso assim, somente queria olhar no olho da outra pessoa e pesquisar seu sorriso e tentar descobrir o que ele queria dizer mas não conseguiu pois foi embora sem almenos se despedir de  ninguém.
      E com essa "despedida" inexistente,ele acabou por se esquecer daqueles que estavam sendo observados,deixou de ser o observador e virou o observado...No dia seguinte ele só pensara em encontrar ela na rua,em uma esquina,não importava aonde seria,só queria se ver ali novamente observando tal pessoa, mas isso nunca mais aconteceu...
 Dedicado a uma pessoa  : D

Nathalia Fidelis
   

segunda-feira, 24 de março de 2014

Memorias do Esquecimento

     Não consigo me encontrar,parece que vivo sempre perdida e quando chego ao meu lugar de origem parece estar ocupado por algo desconhecido,por outro alguém,ando sem rumo,sem direção nada me convenci do que já existiu vivo em uma constante perda de memoria,onde vivo com pequenos fragmentos do que já vivi da personalidade que já fui,e não da para saber se esses pequenos fragmentos,são realmente a minha memoria ou uma memoria que criei para me confortar,e nunca nada voltara a ser como sempre,pois não me encontro não me encaixo e nem me conformo...Quando penso que cheguei a uma pequena conclusão vejo que não cheguei a nada,sempre me sentindo perdida,não somente na vida,mas também nos sonhos que tenho,pena que sonhos não são fácil de se manusear,como nada e...

Nathalia Fidelis

Sempre a procura de um por quê

À procura de seus lábios
Percorro caminhos tortuosos
Entre tolos e sábios
E homens monstruosos;

O que vem sempre em minha mente
É aquele PORQUÊ?
Por quê esse castigo indecente
De sempre procurar por você?

Da maneira mais insensível
Tu me respondes:
Quanto mais perto chegares de mim
Mais distante estarei de ti!

Então percebo
Que entre nós há um segredo
E jamais será revelado e
Um dia ficaremos lado a lado!!!

        Sergio Luiz

domingo, 16 de março de 2014

As Pessoas limitam muito a pequenas coisas,ate parece que e somente isso que existe...Sempre estamos caminhando por algo desconhecido irreal algo que não conhecemos por completo e coisa e tal,as vezes a pessoa esta caminhando para sua própria morte mas não sabe pois tudo e incerto e nem tudo dependera de você,de suas escolhas!ou as vezes sim :)

sexta-feira, 7 de março de 2014

Como ela, se sentia...

 A cada instante um rosto e nele um desespero
 A cada olhar uma mágoa e sobre ela um mistério
 vão...vêm...
 Fingindo sorrisos!o templo e grande e por ele passam gentes fazendo terremoto.
 Parecem que estão indo todas para o mesmo infinito.não se sabe a senha para o coração dos tristes.Ao longo o som da vida é estanhoso, Nossa! como o mundo e barulhento.O único som que que não ouço é o som de minha própria voz.Por onde ando vejo gente desiludida.Um borrão manchando o peito, sangrando o coração.
-Um alguém!
-Ah!não vem!
 Talvez por medo,por natureza, que nada.tudo culpa de uma madrugada que enfim um dia levará consigo...


Texto,de uma grande amiga minha que escreveu,mas não deixou eu colocar seu nome....texto lindo foi feito em 2005.

Silêncio


 E bom viver em um silêncio barulhento
Mas esse barulho é terrível
Como se eu ouvisse pequenos fragmentos
De memórias de pessoas que não conheço

Como se elas sofressem demasiadamente 
E tão poucas se sentiam felizes 
Elas tinham um sorriso tão alegre
E os outros apenas choravam

Ou até mesmo estavam em silêncio 
Silêncio este que parecia mais tristes
Do que os próprios choros.

Nathalia Fidelis