terça-feira, 22 de julho de 2014

A menina que roubava livros

‘’Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler. ’’
   Quando me recordo de Liesel essa é a primeira frase que me vem à cabeça, a segunda; A roubadora de livros. Uma menina que foi salva, pelas palavras que descobria ao decorrer de seus livros e pelo som do acordeão de seu pai; Hans Hubermann.
   Sua história começa quando se depara com seu irmão morto, a neve que caia interruptamente sobre o trem, um coveiro ao deixar seu manual cair ao chão, enquanto enterrava o irmão, Werner, ‘’O Manual do coveiro’’ sendo roubado por uma garotinha, que ainda não conhecia as palavras que já estava a caminho, juntamente com o fervor do frio. 
  Ao olhar pelas janelas do carro da adoção, avistam a Rua Himmel, seus novos pais; sua nova família e lar.
  Seu primeiro roubo foi no gelo o segundo no fogo... Toda a noite Liesel tinha pesadelos, com seu irmão. Pesadelos que cessavam, a cada vez que seu pai a fazia sorrir, que encontrava com o Judeu escondido em seu porão, quando se lembrava de Rudy seu melhor amigo, e parceiro no ‘’crime’’.
  O que fazia com que Liesel ama-se tanto as palavras? Talvez seja pelo mesmo motivo, que a morte se interessou pela sua história?!
  Alguns anos depois de A menina que roubava livros, esquece-se de seus pesadelos, medos, e conformando-se com a ida de Max e a volta de seu pai, a felicidade que nunca antes havia sido tanta no rosto de sua mãe Rosa, assim deixando que a felicidade entre em sua vida.  Mais o que ela não sabia, e que seria a última vez que ela veria sua família e amigo, pois cairia uma bomba na Rua Himmel a morte passaria sorrateira e levaria a todos ela seria a única sobrevivente. Foi encontrada nos escombros com o som do acordeão, vendo todos mortos.

   Rudy que sempre lhe pediu um beijo;a ela, o recebeu em seu último suspiro de vida.
Nathalia Fidelis

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