terça-feira, 27 de maio de 2014

    Hoje não encontrei música alguma que me ajuda-se há encontrar-me a este sentimento. Momento propício as vezes até mesmo para dizer as pessoas como estou,estou me sentindo só!
  As pessoas parecem estar me abandonando, estou deixando de ser uma pessoa física aos seus lados para passar a ser somente uma lembrança, saudade ou até menos que isso... Será que aquele "oi" que retornei e que mandei deveriam ter sido ditos de formas tão rápidas e secas? .Talvez fosse melhor não ter respondido e nem ter obtido a resposta, talvez eu seja apenas uma árvore que fica parada em uma estrada de sol estrondoso, onde alguns param para ficar de baixo da sombra e logo após ir embora e seguir seu rumo, sem almenos darem uma despedida e assim vão embora sem dizer nada, apenas o silêncio os acompanham e a mim sempre existira algo a menos algo que não se completa e nem se encaixa de forma que disfarce.
   O tempo passa e eu continuo no mesmo local, e ainda participando de alguns rumos de algumas pessoas que passaram e que passam por ali.

   O rumo da pessoa que mais me marcou foi também as que mais me deixaram triste e às vezes ainda me deixam, e eu nem faço idéia do por que e quando faço percebo que foi por algo banal. 
Nathalia Fidelis

sexta-feira, 16 de maio de 2014

A Morte

   A morte e dita em algumas situações como uma amiga que ira aliviar a dor, a desgraça, sofrimentos da atualidade e daquilo que já se passou, que quando chega não se é dita como a que quer nosso mau ou nosso bem, em outras como algo que leva nossas almas para o além,todos devem a imaginar de uma forma,com foice,capa preta e obscura.Não há vejo assim vejo-a como uma pessoa normal e que somente observa a todos como se não existisse como se nunca estivesse ali,e talvez nunca esteja...todos iram morrer um dia então não fuja dela mas também não corra ao seu encontro.
  Seria fácil dizer que ela só vira ao mundo para buscar-nos, mas não é assim, primeiro ela nos espreita e engana. Hades deus do submundo, dos mortos os gregos o temiam tanto que não construíam templos há Hades da mesma forma que construíam para os outros deuses em que acreditavam, pois temiam a morte, temiam de uma forma que somente dois o tentaram o enganar, enganar a morte.
  Sociedades antigas tanto quanto a atual preocupam-se com a velhice que vem acompanhada juntamente com a morte. Para alguns a morte e um simples ato de se livrar daquilo que não se deseja mais, a vida as complicações que a acompanham, uma forma de se livrar de desejos frustrados assim terminando com a própria vida e se juntando a morte por livre e espontânea vontade, essas são as que mais sofrem, não pelo o que lhe aconteceram durante suas vidas mais por terem buscado a morte e a encontrado de uma forma aterrorizante e espetacular... Espetacular e aterrorizante não para elas, mas para aqueles que apenas imaginam o que pode ter acontecido. Pois tudo que sabemos sobre a morte são apenas suposições e nada do que sabemos vira com a certeza absoluta.
 Nathalia Fidelis





quarta-feira, 14 de maio de 2014

Inexistência?!

Para que a saudade existe?
Neste momento sinto saudade do seu cheiro,do seu jeito desastrado de ser
Do seu sorriso sem graça,que sempre me faz sorrir.
Saudade? sua existência me consome cada dia mais,cada vez mais me encontro perto de ti
Não quero que este encontro chegue,pois apertaria este frágil coração sem nexo nem complexo
A escuridão não me abriga a luz me reflete naquela sombra que me reprime.
Noites frias e sem estrelas me acompanham,estariam ali no céu se eu lhe visse?!
Mais algo melhora a minha noite, a chuva aquela que me traz o alivio, de noites e dias melhores
Mas como já disse ela me reprime,mas me faz tal bem quanto um alguém
Que procuro.
Como sentir saudade de alguém que não se conhece?e que nunca há de ter visto o rosto?
Como ter saudade,de uma memória pela qual não se sabe se é apenas uma lembrança ou
Uma ilusão.
Verdade ou Mentira? Esta vida,Estas lembranças pelas quais me apego.
A dúvida da existência apavora aqueles que tem o medo de perder suas mais remotas lembranças;
E esperanças.
Nathalia Fidelis

sábado, 10 de maio de 2014

Por trás de um alguém desconhecido

A lua é tão grandiosa e somos tão pequenos
Diante de tudo que existe, somos meros mortais
Todos hipócritas, mentirosos e pequenos!
Você pode apontar alguém em que você acredita
Ou até que acredite em si mesmo, mas mesmo assim causará decepções
Mas o ser humano é isso e muito mais além do que acreditamos
Todos comentem erros, e até mesmo de olhos fechados e sem perceber...
Alguns negam! Mas uma pergunta muda tudo: “você se conhece?”
Muitos dizem que sim, mas será que isto é verdade mesmo?
Há pessoas que afirmam que não são hipócritas
E que obedecem as leis e mandamentos de forma correta
Acham-se perfeitos... Mas só por afirmar a perfeição já são hipócritas!
Fiz um alguém, conhecido meu, que se achava o centro de tudo refletir
Fazendo-o algumas perguntas: “você já parou para se observar?
Tudo o que você observa em si mesmo é perfeito? Com erros quase inexistentes?
Dei a ele um mês para se observar e refletir sobre as questões...
Ele – Estou impaciente e perdido - A sua resposta foi:
eu não consigo me observar e muito menos conhecer-me”
***
A lua se mostra! Ela é explicita, mas não a conhecemos totalmente, assim como não conhecemos a nós mesmos e o melhor de tudo é que ela não se diz grandiosa... Apenas cumpre o seu papel, não se diz perfeita, apenas é!
Às vezes ela era como a lua, apenas estava lá; apenas cumpria o seu destino. A diferença era que ela não brilhava e nem estava no alto céu como a lua, ela era apenas uma humana como todos nós.
Vestia-se com roupas fora da moda e andava por muitos caminhos que eram desconhecidos pelos que o rodeavam (exceto a mim) e invisíveis aos olhos daqueles que não tinham um verdadeiro propósito na vida. Quem ilumina a lua é o sol e às vezes, só algumas vezes, eu a iluminei (a desconhecida)... Foi naquele dia que meus olhos luziram pela compreensão de que amar é muito além do que se apaixonar por um alguém.
Sob todos os teus sofrimentos ela se sentia melhor quando era acompanhada pela chuva, pois era o momento que sua inspiração e reflexão alcançavam o apogeu; era desconhecido dela o porque dessa inspiração ganhar forças além do normal... Ela fez uma tabela sobre alguns dos momentos inspiratórios dela. Mas sei que a orquestra que a chuva reproduzia acalmava o espírito da alma de poeta que continha nela.
Em frente a sua janela ela sempre observava a lua que vinha acompanhada de duas estrelas de brilho raro. Essas estrelas tinham um significado enorme para ela (descobri isto depois que a conheci verdadeiramente), mas não posso contar, pois é segredo!
MOMENTO
GRAU
A lua minguante
82
A lua Cheia
87
A Chuva
98
O Ser Humano
80
Dia a dia
45
Ao lado de quem ama
60
À noite
91
A Natureza
90
Nathalia Fidelis e Gustavo H.S.

sábado, 3 de maio de 2014

Segredos

Segredos vão é vem a todo momento
Como se fossem a água do mar
Sempre indo é vindo como algo 
Que nunca ira se acabar.
Um segredo que lhe conto hoje e você 
Esquece amanha como a borboleta que
Se vai por um instante é não volta 
Nunca mais,como um doce beijo que lhe dou
Nunca se esqueça que a palavra 
Gera angústia é sorrisos então tome
Cuidado com o que diz e o segredo que conta
Segredos são tão constantes como as 
Pessoas que se
vão...
Nathalia  Fidelis