sábado, 10 de maio de 2014

Por trás de um alguém desconhecido

A lua é tão grandiosa e somos tão pequenos
Diante de tudo que existe, somos meros mortais
Todos hipócritas, mentirosos e pequenos!
Você pode apontar alguém em que você acredita
Ou até que acredite em si mesmo, mas mesmo assim causará decepções
Mas o ser humano é isso e muito mais além do que acreditamos
Todos comentem erros, e até mesmo de olhos fechados e sem perceber...
Alguns negam! Mas uma pergunta muda tudo: “você se conhece?”
Muitos dizem que sim, mas será que isto é verdade mesmo?
Há pessoas que afirmam que não são hipócritas
E que obedecem as leis e mandamentos de forma correta
Acham-se perfeitos... Mas só por afirmar a perfeição já são hipócritas!
Fiz um alguém, conhecido meu, que se achava o centro de tudo refletir
Fazendo-o algumas perguntas: “você já parou para se observar?
Tudo o que você observa em si mesmo é perfeito? Com erros quase inexistentes?
Dei a ele um mês para se observar e refletir sobre as questões...
Ele – Estou impaciente e perdido - A sua resposta foi:
eu não consigo me observar e muito menos conhecer-me”
***
A lua se mostra! Ela é explicita, mas não a conhecemos totalmente, assim como não conhecemos a nós mesmos e o melhor de tudo é que ela não se diz grandiosa... Apenas cumpre o seu papel, não se diz perfeita, apenas é!
Às vezes ela era como a lua, apenas estava lá; apenas cumpria o seu destino. A diferença era que ela não brilhava e nem estava no alto céu como a lua, ela era apenas uma humana como todos nós.
Vestia-se com roupas fora da moda e andava por muitos caminhos que eram desconhecidos pelos que o rodeavam (exceto a mim) e invisíveis aos olhos daqueles que não tinham um verdadeiro propósito na vida. Quem ilumina a lua é o sol e às vezes, só algumas vezes, eu a iluminei (a desconhecida)... Foi naquele dia que meus olhos luziram pela compreensão de que amar é muito além do que se apaixonar por um alguém.
Sob todos os teus sofrimentos ela se sentia melhor quando era acompanhada pela chuva, pois era o momento que sua inspiração e reflexão alcançavam o apogeu; era desconhecido dela o porque dessa inspiração ganhar forças além do normal... Ela fez uma tabela sobre alguns dos momentos inspiratórios dela. Mas sei que a orquestra que a chuva reproduzia acalmava o espírito da alma de poeta que continha nela.
Em frente a sua janela ela sempre observava a lua que vinha acompanhada de duas estrelas de brilho raro. Essas estrelas tinham um significado enorme para ela (descobri isto depois que a conheci verdadeiramente), mas não posso contar, pois é segredo!
MOMENTO
GRAU
A lua minguante
82
A lua Cheia
87
A Chuva
98
O Ser Humano
80
Dia a dia
45
Ao lado de quem ama
60
À noite
91
A Natureza
90
Nathalia Fidelis e Gustavo H.S.

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