Clarice se sentia só não por não ter a quem amar, mais por
não encontrar quem ama-se de volta, mas também ela não era só, tinha seus
amigos mas acabava por não os perceber, não era sozinha apenas se isolava por
gostar daqueles frios lugares e como diz uma frase “Gosto de ficar só, mas não
de me sentir sozinho.” Ela era somente aquilo que contemplava de uma forma espetacular,
Tinha o dom da escrita e com este dom morreu.
Gostava de
escrever textos de sua história, como se não fossem seus pois não levavam sua
assinatura e sim um anonimato.
Antes de sua
morte decidiu que não queria se isolar no porão de sua casa. Foi a escola como
em seus dias normais a matéria que mais gostava, Química, mas era muito boa em
literatura, mas somente escrevia como um passatempo e porque não tinha coragem
de dizer certas coisas as pessoas então escrevia àquelas tão dolorosas palavras
que guardava dentro de seu peito.Assim era liberta por aquilo que não poderia
gritar ao mundo.
Sua última
experiência foi escrita por ela com dedicatória a sua mãe como uma forma de
mostrá-la tudo o que sentia é o que havia de bom em sua vida.
Nathalia Fidelis
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